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  • Adriano Maia Juares

Como anda a receita do seu telemarketing?

Updated: Feb 27





Atualmente, entidades que possuem seu próprio serviço de telemarketing têm vivido um cenário muito comum entre elas: "a estagnação ou diminuição da receita".

Mas, por quê isso vem acontecendo?


Podemos destacar dois fatores principais:


1º Telefone Fixo x Telefone Celular: A migração em massa que vem acontecendo nos últimos dois anos do telefone fixo para os celulares.


De acordo com a Anatel, em apenas um mês, de abril de 2019 a maio de 2019, a telefonia fixa perdeu em torno de 506 mil. E, no mesmo período em 2018, a queda de linhas foi ainda mais, cerca de 3 milhões! (O relatório completo pode ser acessado no próprio site da empresa)


2º Dificuldades de se captar novos doadores: Acrescentar todos os meses doadores é fundamental para manter o resultado e crescer. Porém, não é mais possível buscar doador novo como fazíamos antigamente. Ligar para uma lista telefônica aleatória e convidar a participar não gera mais o mesmo aproveitamento que antes. Para conquistar novos doadores, você precisa ter pessoas engajadas na causa. São eles que vão nos trazer novos contribuidores, pois vão vestir a camisa e correr atrás de doadores como vontade.


Principais dificuldades enfrentadas pelas entidades com essas mudanças no meio de comunicação:

Muitas entidades que tinham mailing ou carteira de doadores baseadas em telefones fixos não conseguem mais manter o contato com o doador e também não alcançam doadores novos suficientes para suprir os desistentes.

Hoje, toda a nossa comunicação se concentra no celular. E, com ele, podemos atender ligações só daqueles que queremos ou conhecemos, do contrário "bloqueamos". E vale ressaltar que essa forma de usar a telefonia atinge quase todo o nosso país e, por isso, logo o telemarketing "à moda antiga" deixará de existir.

Como resolver esse problema e voltar a crescer?


O ideal é que a entidade tenha um planejamento de marketing e comunicação para trazer novos doadores, se conectando com pessoas que de alguma forma se relacionam com a entidade, como:


- Uma lista de participantes de eventos da instituições;

- Uma lista de pessoas que interagiram de alguma forma com suas redes sociais (curtidas, comentários, mensagens); e

- Uma lista de indicações, como: funcionários, fornecedores, assistidos, etc.



As fontes acima geram uma lista mais assertiva. Diferente dos Mailings que há tempos colocávamos para ligação, sem que o contato tivesse qualquer vínculo.

Porém, não vamos chegar a maioria dos potenciais doadores com o call center tradicional. Vamos ter que colocar a mão na massa e usar de estratégias certeiras, como por exemplo: WhatsApp, Facebook, Instagram e captador externo.

Como a entidade caminhará para esses novos tempos?


A entidade pode criar uma equipe de comunicação que faça a captação desses potencias doadores e transferi-los para o Setor Central de Doações, que usando as novas formas de comunicação solicitará a doação ao doador.

Porém criar uma equipe dessas exige conhecimento, tempo e investimento!

Outra forma de implantar esse novo setor, alinhado com a central de doações ou telemarketing é buscar empresas parceiras, que já tem experiência profissional qualificada. Nesse formato o investimento será menor e mais assertivo.

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